domingo, 15 de janeiro de 2017

Segunda prova do "Troféu Slot Car NSR - Aston Martin & Porsche"

 Decorreu nas instalações do GT Team Slot Clube, a segunda jornada do campeonato destinado aos Aston Martin e Porsche 911/997 do fabricante NSR e onde cada piloto pode participar com ambos os modelos.
 E como cada piloto pode fazer a sua opção quanto ao modelo que privilegia para iniciar a prova, é sempre possível ver-se Aston e Porsche misturados, embora a classificação se faça distintamente e por modelo, mas também existindo no final uma classificação conjunta em que cada piloto soma os pontos obtidos com cada um deles.
Mas era Augusto Amorim a iniciar-se de Aston Martin, quem ditaria o mote para a luta pela vitória. Quem quisesse vencer, teria que fazer mais do que as suas 127 voltas, uma marca já verdadeiramente notável e elevada. Paulo Mendes de Porsche, sentia-se verdadeiramente incapaz de o seguir, assim como aconteceria igualmente com os restantes participantes com os Porsche, como foram os casos de David Azevedo, César Amorim e Rui Mota, que acumulavam sucessivos despistes.
 Os homens de Viana do Castelo, Nuno Mendo e Luís Pinto, começam a ser presença assídua nos nossos campeonatos, registando-se em cada participação os esperados progressos. Também Miguel Carvalho tem conseguido desta feita manter-se presente e David Fernandes, faltoso na prova de inauguração, mostrou-nos desta vez ao que vinha.
 Com uma excelente exibição com o seu Porsche, verdadeiramente ao nível dos melhores Aston Martin, David Fernandes viria a vencer naturalmente a sua manga, surpreendendo mesmo com as 126 voltas conseguidas. Seguiu-se-lhe Miguel Carvalho, tendo Nuno Mendo levado a melhor sobre Luís Pinto, apesar da proximidade numérica das voltas.

 A quarta manga compunha-se de alguns dos mais capazes de atacar o registo de Augusto Amorim.
 Paulo Mendes, Rui Mota e César Amorim perfilavam-se como os mais aptos, mas o azar haveria de bater à porta de Paulo Mendes, o que lhe retiraria qualquer veleidade de aspiração à vitória. E assim e depois de César Amorim não aguentar o ritmo imposto por Rui Mota, seria este último a tentar atingir a marca de Augusto Amorim. E no final, acabariam por ser os metros a atribuir a primeira posição a este último. Mas os azares atingiriam também David Azevedo no seu Aston Martin, o que o relegaria para a última posição da manga e Augusto Amorim ocuparia a terceira posição, num desempenho também nada condizente com as suas capacidades velocistas.

 Na quarta e última manga encontrava-se uma vez mais David Fernandes, um piloto sempre capaz de surpreender. E se com o Porsche já havia feito um brilharete, o que contar dele agora, que iria de Aston Martin? E de facto o seu andamento era uma vez mais surpreendente, mas acabaria também ele por vêr a sua máquina pregar-lhe uma partida, quando após um acidente o berço do motor partia. Era para si o fim de uma sexta-feira notável, mas as corridas também são compostas de sortes e azares.
 E assim, era Miguel Carvalho quem levaria a melhor nesta última manga, logo seguido de Luís Pinto e Nuno Mendo.
 E feitas as contas finais, Rui Mota sagrava-se o vencedor absoluto e dos Aston Martin nesta segunda jornada, enquanto David Fernandes na terceira posição final, levava a melhor na armada Porsche.
O melhor representante na classificação conjunta acabaria por ser Augusto Amorim ao ter conseguido a segunda posição absoluta e igualmente segundo nos Aston Martin e com o Porsche, uma sexta posição final e terceiro melhor representante da marca alemã.

 No pódio final da prova, um Porsche teima em querer aparecer, desta feita o do jovem David Fernandes.


Na classificação dos Porsche, David Fernandes acabaria por vencer, seguido de Paulo Mendes e Augusto Amorim.

Nos Aston Martin Rui Mota levaria a melhor, seguido de Augusto Amorim e César Amorim.
Mais uma etapa concluída esperando-se agora que as fasquias se tornem cada vez mais difíceis de transpôr, dada a evolução sobretudo das máquinas, mas também de alguns dos pilotos.